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O tempo seco e as alergias

O tempo seco e as alergias

           Estamos quase no fim do inverno, e nosso corpo já sente os efeitos climáticos característicos dessa época – a baixa umidade do ar. A umidade do ar diz respeito à quantidade de água na forma de vapor que existe na atmosfera. Os meteorologistas estudam esse fenômeno, já que influencia diretamente as mudanças climáticas e o nosso organismo.

            Segundo a Organização Mundial da Saúde, OMS, o nível ideal de umidade relativa do ar circula entre 40 a 70%. É por isso que quando esse índice está abaixo do ideal, os cuidados devem ser redobrados.

            O sistema respiratório é o mais afetado pelo tempo seco. O problema se agrava em grandes metrópoles, já que a baixa umidade do ar dificulta a dispersão de gases poluentes. Além disso, as células das mucosas e da pele ficam desidratadas. Alguns sintomas comuns nessas condições climáticas são narinas e olhos ressecados e aumento de crises alérgicas.

            Todos nós devemos ficar atentos a essas variações. Medidas simples como manter-se sempre hidratado, manter o ambiente úmido, evitar ambientes fechados com ar condicionado e aglomerações devem ser tomadas como prevenção. Além disso, devemos manter a casa limpa e arejada, para prevenir ácaros e fungos em móveis, tapetes e cortinas. Na hora de dormir em tempo muito seco, mantenha a umidade e o equilíbrio do ar com o auxílio de umidificadores.

            Se você tem doenças respiratórias ou sofre de crises alérgicas, redobre a atenção. A umidade do ar influencia diretamente os asmáticos e os que sofrem de rinite alérgica e sinusite. O ar seco também pode desencadear alergias na pele, e coceira nos olhos. Nesse caso, além das medidas preventivas citadas, mantenha-se hidratado: beba muita água! E limpe o nariz com soluções fisiológicas.

            Já que não podemos controlar as variações climáticas, vamos nos prevenir para aproveitar o lado bom de cada estação e viver com o que nos faz bem!

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