Alergo Blog

As histórias de alergias ganhadoras!

Nós recebemos muitas histórias sobre alergia durante a Ação Minha História. Algumas engraçadas, outras tristes mas todas de superação. Adoramos ler cada história, pois sabemos que todas são escritas do fundo do coração.
Escolhemos 7 histórias para presentear as autoras e você pode lê-las aqui.

Elizabeth Tieko Mariano
Sou mãe de uma linda menina que se chama Yasmin, desde o seu nascimento ela nos trouxe muitas alegrias, todos os dias ela supera suas dificuldades com muita alegria e amor pela vida.
Minha gravidez foi muito tranquila, a Yasmin dormia muito durante o dia, ás vezes ficava preocupada quando não sentia ela mexer.
Ela nasceu no dia nove de fevereiro de 2009, numa tarde fria na cidade de Toyota no Japão, nos primeiros dois meses tudo correu tranquilamente, ela foi amamentada exclusivamente no peito até os seis meses.
Com dois meses de idade surgiu uma pequena irritação vermelha em suas bochechinhas, que persistiu por muito tempo, o pediatra que cuidava dela dizia que não era nada grave.
Entretanto a vermelhidão só foi aumentando e com o tempo já ocupava toda a sua bochecha, depois de passar por vários médicos, veio o diagnóstico de alergia a alimentos e dermatite atópica.
Começamos com a exclusão dos alimentos da minha dieta para poder amamentá-la, primeiro foi o leite e o ovo, depois trigo, peixe e castanhas.
A alergia da Yasmin só foi aumentando, e até descobrirmos quais os alimentos causam alergia a ela, passamos por muitos momentos difíceis.
Ela precisou ficar no hospital em duas ocasiões, muito mal, e tivemos muitas passagens pelo pronto-socorro.
Hoje a Yasmin tem sete anos, vai à escola, tem amigos, e desde pequena aprendeu a levar os seus lanchinhos e a não aceitar alimentos que outras pessoas a oferecem.
No supermercado lemos todos os rótulos, e no período que moramos no Japão aprendi como identificar o nome dos alimentos que ela não podia comer.
Depois de passar por vários médicos, vários exames, tivemos um diagnóstico mais completo, com a exclusão de vários alimentos e cuidados constantes, ela começou a ter mais qualidade de vida.
O que a deixa muito triste é ter que ficar longe dos gatinhos e cachorros, ela ama os animais, e seu sonho é ter um gatinho.
Além de lidar com suas próprias dificuldades, muitas vezes nos deparamos com a falta de conhecimento das pessoas que por mais que tentamos explicar o que é alergia, não entendem que basta um pouco do alimento ou do contato para ela passar muito mal.
Ás vezes quando ela me pergunta mãe eu posso comer isso, e eu respondo esse não dá fico muito triste, tenho vontade de chorar, mas dou um sorriso e digo que vamos procurar outra coisa que ela gosta e que possa comer sem passar mal.
Quando ela tinha dois anos ela foi para a escolinha, onde não podia levar lanche de casa a única que levava era ela, a professora conversou com todas as crianças e explicou sobre a alergia da amiguinha, todas as crianças entenderam, todos os amiguinhos sempre foram solidários, e as professoras muito conscientes e carinhosas com ela.
Já em outra escola a diretora não entendia, não aceitava, mesmo depois de levar o atestado do médico ela não queria liberar que a Yasmin levasse o lanche diferente das outras crianças, e a solução encontrada pela escola foi deixar ela sozinha na hora do lanche na sala, para as outras crianças não ver, ficava muito triste e insegura com a solução encontrada.
Hoje ela estuda em outra escola, e o filho da professora também tem alergia, ás vezes ela fica muito triste quando ás crianças ganham doces, e ela não pode comer.
Até chegar na lista dos alimentos que ela tem alergia, o último ano foi muito difícil, no meio do ano ela ia para a escola e eu tinha que busca-la, pois ela passava mal.
Os alimentos que até então nós não sabíamos estavam fazendo mal para ela. Alimentos que fazem parte da dieta de todas as pessoas como banana, melão, morango, e outros.
A lista de alimentos é grande e hoje tudo que ela come, temos que prestar atenção se ela tem alguma reação ou não.
No cotidiano nós temos que ler os rótulos, e quando as informações não são suficientes entrar em contato com o fabricante.
Os preços dos produtos para alérgicos costumam ser mais caros, e não encontramos em todos os supermercados, como ela tem alergia a trigo, ovo, leite, mandioca, castanhas, chocolate, é difícil encontrar produtos prontos.
Já aconteceu de eu procurar em todas as farmácias o shampoo indicado pelo médico e depois de uma semana descobrir que o cabelo dela estava caindo.
A páscoa para mim é uma tortura, que começa logo depois do natal, época em que os supermercados ficam cheios de ovos, e ela fica pedindo os ovos com brinquedos.
Ela pode comer o ovo de páscoa de alfarroba, neste ano a solução foi comprar o ovo dela e um brinquedo separado.
Ela tem muita fé de que papai do céu vai curar sua alergia, tenho fé de que um dia ela possa levar a vida igual as outras crianças, ir nas festinhas sem ter que levar a lancheira.
Ela aprendeu a conviver com as alergias, e sabe que sempre que tem contato com gatos e cachorros tem que lavar as mãos ou tomar banho, que não pode comer nada sem antes saber se tem os produtos que é alérgica, embora com todas as dificuldades que temos que lidar todos os dias, ela leva a vida com muita alegria, sua preocupação maior é brincar com as amiguinhas e ser feliz todos os dias.

Lisia Faria
Sou daquelas pessoas medrosas, mas que não desistem.
Exatamente 01 ano após uma cirurgia para retirada de um câncer, tive um choque anafilático por Dipirona.
Não fiquei inchada, não tive edema de glote, nada destes sintomas tradicionais, apenas manchas escuras enormes pelo corpo.
Daí, medo de tudo.
Comer crustáceos, tomar qualquer medicamento, até mesmo fazer um tratamento de beleza tornou-se um pesadelo para mim.
Comia camarão e ficava o tempo todo olhando se não aparecia manchas na pele.
Tomava Paracetamol e ficava 02 horas na expectativa se teria alguma reação alérgica.
CAranguejo na praia nem pensar! Ficava com água na boca...
Foram anos assim!
Porém, o tempo foi passando, a doença curada, a coragem voltando.
E com o passar do tempo os inevitáveis cabelos brancos.
Como são feios!
Eu sempre fui uma mulher muito bonita que as adversidades da vida, milagrosamente, não afetavam tanto minha beleza.
Mas, cabelos brancos não! Nem pensar!
Comprei uma tintura que não usava amônia. Fiz o teste, aquele de passar a mistura atrás da orelha. Tudo certo.
Depois das recomendadas 48 horas, pintei os cabelos.
Meu Deus! A ardência e coceira eram insuportáveis. Tentei manter a calma. Aí os olhos incharam! Pânico total!
Corri para lavar os cabelos e começou a faltar o ar. Me levaram logo para o Hospital.
Já estava muito zonza quando fui medicada e ouvi o Médico falando ao meu marido:"Ela podia ter ceifado a própria vida."
Lembro que antes de "apagar" por conta do medicamento, fiquei com aquela imagem da morte com uma foice na mão, como
se estivesse me esperando. "Ceifado a própria vida" foi demais para mim!
Melhorei, voltei para casa no dia seguinte, mas os cabelos brancos estavam lá. Muitos.
Como disse anteriormente: não desisto!
Pesquisei na internet e descobri a tintura Sensicolor, indicada para pessoas alérgias ao PPD. Na minha Cidade não tinha, sou de Linhares-ES!
Quando uma conhecida foi para a Capital, Vitória, pedi que comprasse em uma Farmácia da Alergoshop e antes liguei para confirmar se tinha o produto.
Tudo certo. Pedi que comprasse logo 05 bisnagas. Era minha salvação e não podia correr risco de ficar sem o produto.
Usei o produto e... Meu Deus! Que alegria meus cabelos sem fios brancos! Nenhuma reação. nem de leve.
Ah! Com o tempo descobri que posso comer camarão, caranguejo, tomar Paracetamol. relaxante muscular, antiinflamatório, etc...
Só não tive coragem de tomar dipirona. De jeito nenhum!
Uso Sensicolor com total segurança. Até deixei meus cabelos crescerem.
Quem disse que mulher após os 50 não pode ter cabelos longos?
Eu tenho, são lindos e e sempre sou muito elogiada!
Meu nome é Lísia Mara Faria, tenho 55 anos, sou Professora de Educação Física, Assistente Social e Advogada.
Ah! Já se passaram 25 anos desde que tive "aquela doença"!
Na ocasião eu tinha 03 filhos, o mais novo com apenas 01 ano.
Não pude mais ter filhos, então após 10 anos adotei uma menina recém nascida que hoje está com 18 anos.
O nome dela é Juli (Ju= inicial de Juarez, meu marido e Li= incial de Lísia).
Minha família é linda e tenho muito orgulho dela.
Meu lema mesmo é: Não desisto nunca.
Mas, não é porque eu sou brasileira não, é porque eu sou MULHER!
Beijos a todos.
PS. Amei compartilhar esta experiência com vocês!!

Mônica Schiffini Balotta de Oliveira
Minha alergia já debutou. Fez 15 anos,um horror. Coçava os dedos,descamava as pálpebras, olhos inchados parecia que tinha levado um soco no olho de algum alucinado. Fazia as unhas todas as sextas-feiras a tarde para encontrar com meu namorado. 
 Começava os sintomas e era engraçado.  Ele achava que era o perfume, barba ou o cigarro danado. Depois de duas consultas ao oftalmologista sem resultado marquei com o dermatologista no primeiro horário.  Logo veio a descoberta a alergia não era do meu amado e sim do esmalte passado. Hoje uso esmalte hipoalergênico e no amor tudo superado. 

Mariane G. Cardoso
Amor impossível
Estava eu no auge da minha juventude iniciando minha vida sexual com o meu primeiro namorado. Ele muito romântico, resolveu me presentar com uma bela noite num dos melhores motéis da cidade, com champanhe e pétalas de rosa. Só que o pobrezinho se esqueceu da camisinha. Por sorte o motel vendia algumas de qualidade não muito recomendada, mas com o calor do momento arriscamos mesmo assim. No vai e rola da coisa, comecei a sentir muita dor, todos sabem que a primeira vez é terrivelmente dolorosa, porém era uma dor insuportável e quando desistimos do ato me vi numa situação que não conseguia permanecer nem sentada e nem em pé. Fiquei muito assustada pois meu órgão genital estava muito inchado e sensível e com um aspecto até que engraçado, pois contando nem dá para acreditar em como ficou! Resumindo....o que era para ser uma noite linda, romântica e cheia de amor, acabou se tornando um terrível pesadelo. Fui parar no pronto atendimento de um hospital mais próximo descobrindo que eu era alérgica a látex!
 
Maria Lúcia Janatacio
Bom dia meu nome é Maria Lúcia, sou esteticista e tenho alergia a uma série de coisas.
Fui convidada a tomar café na casa de uma cliente, chegando lá em um belo e requintado apartamento começamos nosso café e bate papo, está cliente tem um cachorrinho que ficou muito excitado com a minha presença, pulava de lá pra cá no meu colo e os sintomas começaram a surgir, coceira nos olhos espirros, enfim deixei minha cliente assustada pois me transformei em instante os olhos praticamente fechou, não parava de espirrar e conclusão não tomei o café, não comi a torta que estava com uma cara ótima, disse que a alergia devia ser do meu perfume e tive que ir embora...Chegando em casa minha filha levou  susto pensou que eu tinha sido atropelada...rimos muito e eu fiquei uns três dias a base de antialérgico para poder voltar ao normal. Está é minha história.

Heidi Prado
Olá!!
Estou aqui para contar minha história sobre alergias. Bom, eu sempre tive e tenho ainda muita alergia a picadas de pernilongo. Sempre fica aquele calombo enorme e vermelho coçando demais. Até minha amiga me indicar o gel pós picada da Alergoshop. Faz um tempo já que ele é meu companheiro no dia a dia, ainda mais no calor e em viagens onde costumo fazer trilhas na mata. Esse gel ajuda e muito!
Numa das últimas trilhas que fiz, estávamos com um guia e uma fila com umas 10 pessoas....eu estava logo atrás do guia. Em uma área cheia de pedras e galhos, próxima de um rio, o guia foi afastar um galho de árvore para abrir passagem, só que ele fez isso olhando para trás...para o pessoal que vinha ainda um pouco mais para trás de nós. Eu fui olhar também, e não percebi que o guia bateu a mão num vespeiro quando ele foi afastar o galho. Quando ele se virou e viu o que era, ele só começou a se debater e falou: "corre! Marimbondo!"  Só que antes dele terminar de falar a palavra marimbondo, eu já havia praticamente me teletransportado pelo caminho da volta....saltitei as pedras e galhos como se estivesse deslizando sobre eles, tamanho era meu desespero em ser picada!!!! Passei pelo meu namorado que vinha mais atrás, e ele me disse depois que não viu o que aconteceu, só viu minha sombra passando por ele na velocidade da luz, aí ele achou melhor correr também! Hahahhahaha Sei que ainda empurrei outro casal que estava no meu caminho, para que eles não continuassem (toda essa cena sem gritar, porque se gritar, os bichos viriam atrás). Parecia um bando de doidos mudos! Gente! Eu sou hiper alérgica a pernilongo, nunca fui picada por abelhas/marimbondos e não quero saber o que aconteceria caso fosse!  Rs.. Eu só sei que o guia foi picado, na mão, no braço e na barriga e ficou mega inchado e vermelho, tadinho!! Chegando da trilha, um colega deu a ele antialérgico e eu dei o gel pós picada para pelo menos tentar aliviar um pouquinho..... No dia seguinte a mão dele ainda parecia uma bisnaguinha, mas ele já estava bem melhor. E ainda disse para mim: "você teve muita sorte de não ter sido picada! Estava bem atrás de mim!!"
Eu falei: mas é claro! Quando vc falou "Marimb....." eu criei pernas de maratonista africano!! Nem eu sei como fui tão rápida!"
Rs....
Obrigada, Alergoshop!! Seus produtos são excelentes!! Mas o gel pós picada é o master de todos!
Abraços!!! 

Angélica Rodriguez
Era uma vez um menino com rinite, mas aquela que não importa quando ou onde o medicamento tem que estar no bolso para uso contínuo!  Ele saiu com seu skate, moleton de capuz na cabeça e vtde de curtir muito... mas no caminho a polícia parou o menino... percebendo aqueles olhos vermelhos, nariz inchado e respiração pela boca intimaram: O que vc está cheirando aí rapaz? ??  Seu guarda eu sou alérgico,  só cheiro remedio... Então prova!! Mais que rápido sacou o vidrinho de espirrar no nariz do bolso e o deu a autoridade., que examinou a prova e com um olhar de pobre menino... disse: Vai pela sombra jovem...! Tem que tratar essa alergia né...
Saiu aliviado por não ter esquecido o antialergico e por seu problema ser mesmo só uma rinite brava!!!
Esse relato aconteceu mesmo com um amigo do meu filho que riu muito ao contar a história... por isso resolvi enviar pra mostrar que viver com rinite não é fácil,  mas também dos males ainda é o menor!!
Beijos...
 

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