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Semana da Saúde da Mulher

Semana da Saúde da Mulher

Por uma vida livre de impurezas!


As prateleiras dos mercados estão lotadas com todos os tipos de cosméticos que enchem os olhos de vontade de comprar: são perfumes, formulações e promessas milagrosas que aguçam o interesse de qualquer mulher de qualquer idade.

 
No entanto, grande parte destes cosméticos, apesar de sensorial agradável, pode estar recheada de substâncias químicas que são verdadeiras bombas-relógio para o nosso organismo.
 
Imagine que, desde pequenas utilizamos dezenas de cosméticos diariamente: perfumes, shampoo, condicionador, protetor solar, desodorante, cremes hidratantes. Enfim, um arsenal de produtos de beleza.
 
Em 2013, no entanto, a Organização das Nações Unidas (ONU) e Organização Mundial da Saúde (OMS) lançaram um comunicado mundial alertando para os perigos que produtos simples do nosso dia a dia podem oferecer à nossa saúde.
 
O estudo aponta que componentes químicos presentes em produtos de uso diário como embalagens, produtos farmacêuticos e de higiene, como shampoos, condicionadores, cremes, desodorantes, esmaltes e até maquiagens podem ter um impacto negativo significativo no sistema hormonal humano, favorecendo o desenvolvimento de doenças, problemas de fertilidade e males congênitos.
 
Segundo os órgãos mundiais, o número de produtos químicos com efeitos endocrinológicos aumentou drasticamente entre 2000 e 2012, e muitos destes produtos ainda nem são testados sobre seus efeitos no organismo humano e no meio ambiente.

As entidades acreditam que a exposição a estes componentes químicos pode estar, de alguma forma, ligada ao aumento dos casos de câncer de mama, tireoide e próstata, deformações em bebês, hiperatividade em crianças, diabetes, asma, obesidade, Alzheimer, Parkinson, derrames e queda de fertilidade.
 
Sabendo de todos estes possíveis problemas de saúde ligados aos cosméticos e produtos de higiene, a Alergoshop pesquisou e investiu, criando a Linha Total Care 105, da qual foram excluídas 105 substâncias com potencial nocivo, dentre elas as substâncias presentes nos testes de contato realizados nos consultórios, além de outras descritas em literatura científica.

Onde está o problema?

As tais substâncias perigosas podem estar presentes em qualquer formulação de cosmético, e aqui no Brasil quase não se fala sobre esta questão.
 
Nos EUA e Europa, além de debates constantes, muitos componentes já foram proibidos, diferentemente do Brasil.
Mesmo assim, pensando sempre na consciência e segurança dos nossos clientes, levantamos diversos componentes perigosos e retiramos das nossas formulações.
 
Começando pelo início...
 
Todo produto precisa de conservantes para preservar sua fórmula de contaminantes e também aumentar sua durabilidade nas prateleiras. Então, logicamente são necessários alguns componentes para a conservação da formulação.
 
No entanto, a maioria dos conservantes utilizados atualmente em grande parte dos cosméticos são os PARABENOS. Eles são muito utilizados pois apresentam um preço ótimo para os fabricantes e é, de fato, um conservante eficaz.  
 
No entanto, o mal que eles fazem para os micro-organismos, eles também podem fazer para você.
 
A Alergoshop nunca utilizou parabenos, sabe por quê?
 
Simplesmente porque, desde 1998 já há informações de estudos que apontavam para a relação dos parabenos presentes nos desodorantes com o câncer de mama e por poderem apresentar propriedades estrogênicas, levando a desequilíbrios hormonais.
 
No entanto, em 2004, a Universidade de Reading, Reino Unido, publicou no Journal of Applied Toxicology, que os parabenos podem, de fato, apresentar propriedades estrogênicas, podendo contribuir para, além de desequilíbrios hormonais, o aparecimento de câncer de mama.
 
Os cientistas ingleses estudaram 20 casos diferentes de câncer de mama durante 3 anos e chegaram à conclusão de que havia concentrações de parabenos nos tecidos cancerígenos dos seios.
 
De acordo com Dra. Philippa Darbre, dirigente do estudo da Universidade de Reading, os parabenos são muito utilizados em diversos produtos farmacêuticos, alimentícios e cosméticos e podem sim se acumular nos tecidos humanos.
 
“Isto demonstra que as pessoas expostas a esta química podem ter acúmulo do conservante no organismo. A detecção dos parabenos nos tecidos cancerígenos é uma preocupação, uma vez que os parabenos têm se mostrado capazes de mimetizar em nosso organismo a ação do hormônio feminino estrogênio, e este, por sua vez, pode estimular o crescimento de tumores mamários”, afirma Dra. Darbre.
 
A especialista ainda acrescenta: “Seria extremamente prudente considerar se os parabenos deveriam continuar a serem usados em grande escala em cosméticos que são aplicados próximos das áreas dos seios especialmente, como os desodorantes e cremes corporais.”


De acordo coma revista TIME, a Dinamarca já baniu o uso de parabenos em produtos infantis e a União Europeia também estuda banir alguns tipos do conservante em cosméticos.
 
No entanto, não podemos esquecer que utilizamos os cosméticos, com ou sem parabenos, durante anos a fio e que seus componentes vão se acumulando em nosso corpo, como bem explicitou Dra. Darbre em sua pesquisa.
 
A escolha sobre consumir ou não produtos que levem parabenos em sua composição é exclusiva do consumidor. Com a existência de alternativas, acredita-se ser prudente não correr riscos ao consumir compostos químicos que possam, mesmo que eventualmente, gerar problemas à saúde.
 
Por isso aqueles que desejam conhecer o que estão colocando dentro do organismo, é sempre aconselhado ler o rótulo dos produtos; os parabenos podem ter nomes diferentes nas identificações dos rótulos. Para não ter contato com eles, é bom prestar atenção às nomenclaturas e checar sempre a formulação dos cosméticos para evitar levar para casa produtos com parabenos. Os nomes possíveis: Methylparaben, Ethylparaben, Propylparaben e Butylparaben.
 
Além dos parabenos presentes dos desodorantes, e demais cosméticos, o alumínio dentro dos antitraspirantes também está relacionado a casos de câncer, especialmente de mama devido à proximidade do local da aplicação (axilas) com as mamas.
 
Para fugir dos parabenos, todos os cosméticos da Alergoshop são livres dele.
 
Para evitar o alumínio, os desodorantes Total Care são totalmente livres de alumínio.


Paixão brasileira: os esmaltes

O Brasil é um dos maiores consumidores de produtos de beleza, entre eles os esmaltes. É praxe da mulher brasileira sempre ter a unha feita, não é?
 
No entanto, existem alguns componentes dentro dos esmaltes que também são bastante agressivos e perigosos para a nossa saúde:
 
Toluenos e formaldeídos: (o formaldeído foi proibido pela ANVISA, em 2012 para o uso em cosméticos, mas ainda podem existir produtos com ele no mercado, pois o prazo de adequação dos fabricantes é de dois anos), presentes nos esmaltes, podem causar alergias e irritações nos locais da pele onde o esmalte entra em contato, como pescoço, face e olhos, que podem ficar vermelhos, inchados, com ardor e coceira. A substituição dessas duas substâncias por outras hipoalergênicas já é uma tendência mundial, especialmente na Europa.
 
Além do tolueno e formaldeído, na Alergoshop nós retiramos 7 compostos que podem ser perigosos:  livres de Dibutilftalato, tolueno, formaldeído, resina de formaldeído, cânfora, conservantes e petrolatos. 
 

Quando o mocinho vira vilão

 
O protetor solar é outro item que não pode faltar na bolsa das mulheres brasileiras, tanto porque o sol envelhece a pele, como também porque o Brasil é recordista em casos de câncer de pele.
 
No entanto, o cosmético que deveria ser o mocinho da nossa nécessaire pode também ser um vilão para a nossa saúde: Grande parte dos protetores à venda no mercado brasileiro possuem quatro substâncias que são perigosas. São elas os parabenos, benzofenona,  óxido de zinco e PABA (ácido para-aminobenzoico).
 

A Benzofenona é uma substância muito comum nas formulações dos protetores. De acordo com pesquisas da Universidade Utrecht, Holanda, e publicado no jornal Toxicology and Applied Pharmacology, 2005, comprovou que esses compostos imitam o hormônio feminino estrogênio, e seu uso contínuo pode causar desequilíbrios hormonais, aumentando o risco de doenças como o câncer. Então, o melhor mesmo é evitar produtos com benzophenone.
 
O óxido de zinco, segundo publicação no Journal of Toxicology and Applied Pharmacology, pesquisadores investigaram essa substância em exposição à luz e concluíram que a reação química sofrida pelo óxido de zinco, quando iluminado por luzes brilhantes, pode liberar moléculas instáveis, os  radicais livres.
 
Segundo o oncologista Antônio Carlos Barcellos, do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo), os radicais livres do óxido de zinco podem ser causadores de câncer. “Essa substância é fotossensibilizante, ou seja, quando exposta aos raios UVA pode produzir radicais livres que, em teoria, são carcinogênicos”.
 
O PABA, também conhecido por ácido para-aminobenzoico, é um filtro sintético que absorvente as radiações UVB e é altamente alergênico, além de poder manchar roupas e a pele.  Alguns protetores importados já vêm com o selo “PABA-free”.
 
O Alergosun da Alergoshop foi desenvolvido após muita pesquisa e foi formulado sem a adição de óleo, parabenos, benzofenonas, óxido de zinco, PABA, corantes e fragrância, minimizando o possível surgimento de alergias e irritações.


O poder hidratante (e perigoso) da UREIA

As mulheres grávidas geralmente ficam mais atentas aos cosméticos que usam, e em alguns casos, precisam abrir mão de algum produto que utilizavam ou precisam pedir autorização do medico para fazer o uso. Com razão, já que muitos componentes podem penetrar a placenta e entrar em contato direto com o feto que está em formação.
 
Muitas gestantes usam cremes hidratantes para amenizar a aparência das estrias, e está tudo ok em relação a isso. O problema é quando o hidratante corporal contém UREIA em sua formulação, e a maioria deles contêm.
 
Não podemos negar que a hidratação que a ureia proporciona é muito alta, já que ela atrai e retém a umidade na camada córnea, mantendo a pele hidratada por longos períodos.
 
Porém, segundo estudos publicados pela ANVISA, a concentração mais segura em preparações com este ativo para a pele é entre 2% e 8%, sendo que altas concentrações parecem ser instáveis quando incorporadas em formulações para a pele, podendo ser irritantes.
 
Além disso, de acordo com parecer técnico elaborado pela ANVISA no final de 2010, comprovou-se que a ureia atravessa facilmente a barreira placentária, não devendo, portanto, ser utilizada por gestantes.


O principal motivo para esta restrição é que, como já dissemos, a ureia penetra fácil e profundamente na pele, podendo inclusive atravessar a placenta e entrar em contato com o feto em formação, trazendo ao bebê consequências ainda desconhecidas.

Com o objetivo de controlar o uso do componente em cosméticos, a ANVISA determinou que produtos com dosagens de ureia superiores a 3% da composição total devem ter no rótulo a observação, “Não utilizar durante a gravidez”. A ANVISA ainda proíbe a fabricação de cosméticos que contenham em sua composição mais de 10% de ureia.
 
Ainda de acordo com parecer da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, constatou-se outros possíveis malefícios do uso prolongado da ureia, que citamos abaixo:
 
“A ureia pode ser irritante à pele e aos olhos, e um contato prolongado ou repetidas aplicações na pele, pode causar dermatites de pele.”
“Há relatos na literatura que a ureia, em pH acima de 7,0, pode ser degradada em amônia, que é irritante.”

E é aí que nos perguntamos: se não é seguro para as gestantes utilizarem produtos com ureia, se ela pode ser irritante e causar dermatites e ainda pode se transformar em amônia, será que é seguro ser utilizada pelo resto da população?!? E mais, será que é seguro ser utilizada pelas crianças e por pessoas com tendência às alergias?
 
Para resolver este impasse a respeito da ureia, a Alergoshop desenvolveu duas loções corporais hidratantes hipoalergênicas LIVRES DE UREIA, a Loção Ultra-hidratante e a Hidrasense.

Meus cabelos estão livres de substâncias ruins? Nãnãnãooo....
 
Os sulfatos são substâncias amplamente utilizadas em shampoos e servem para retirar a oleosidade e produzir espuma. Muitas pessoas acham que a espuma é o que limpa os cabelos, mas isso não é verdade.
 
Além de serem bastante irritantes para a pele, para se ter ideia, o lauril sulfato de sódio, é o mesmo detergente que empresas usam nos shampoos mas também nos detergentes de carros, você colocaria isso na sua pele?!
 
Há ainda polêmicas de que os sulfatos podem estar relacionados a desequilíbrios hormonais pois eles penetram nossa pele, são absorvidos pelo corpo e se ligam aos receptores de estrogênio, que imita os efeitos do hormônio em nosso corpo.
 
E para as mulheres há muitos riscos: o nível de estrogênio no nosso corpo pode implicar em TPM, sintomas da menopausa, aumento do câncer de mamãe até infertilidade, ou seja, é o caos hormonal. Ninguém quer isso...

E ainda fomos além!

Além destes compostos básicos que não deviam mais existir em nenhum cosmético, a Alergoshop foi além...
 
Sempre que podemos, trocamos os compostos de origem animal pelos de origem vegetal em nossos cosméticos, em nossos batons, por exemplo, trocamos a lanolina animal pela lanolina vegetal. Tambem retiramos o BHT dos nossos batons, sombras, gloss e delineador.
 
O BHT é um antioxidante, mas como está ligado ao aparecimento de câncer, resolvemos evita-lo em nossas formulações <3
 
Não utilizamos derivados do petróleo em nossas formulações e nem testamos nossos cosméticos em animais, mas isso é o básico, né?
Nenhum dos nossos cosméticos Total Care 105 e maquiagens Eclat possuem substâncias liberadoras de iodo, portanto, também podem ser utilizados por pacientes em tratamento que não podem ter contato com iodo.
 
E AGORA, MEU DEUS?!      
 
O pior é que muitas marcas famosas e renomadas ainda utilizam estes e muitos outros componentes que não são conscientes e nem seguros, e sabe por quê? Simplesmente porque eles são mais baratos, e retirá-los das formulações implicaria na reformulação de todas as linhas de cosméticos que já vendem muito bem, e sejamos sinceros, nem todas as empresas estão buscando algo além do lucro.
 
Mas hoje em dia, onde a informação não é mais algo difícil de se alcançar, temos a opção de ler os rótulos, procurar pelas substâncias perigosas e escolher o que iremos colocar em contato com nosso corpo, por isso, agora que você já tem todas estas informações, já pode dizer com todas as letras que prefere escolher produtos que são, de fato, conscientes, responsáveis e seguros.

Escolha o que te faz bem!

 

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